14 03 2010

dois desenhos e três ai.

June 30th, 2009 at 03:29 by Abe


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ai ai ai.

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sonho sonhado agora a porco.

June 25th, 2009 at 15:46 by Abe

Um sonho longo.

Lembro de estacionar o carro numa padaria. Bem das movimentadas.
Ela estava era ampla e logo iria começar a servir o almoço. Tinha várias mesas, todas vazias. Sentei numa mesa de seis lugares, ao lado de duas pessoas. Pedi um guaraná.
Por alguma razão, a pessoa do meu lado estava comendo só arroz e feijão. Supus que ela estava a esperar alguma carne da chapa. Roubei um pedaço de linguiça daquele prato. Percebi que eu não tinha pedido nem conhecia aquelas pessoas mas como elas não me viram pegar o pedaço, saí.
Fui pagar o guaraná e quis ir embora. Me confundi na hora de pagar pois o garçon falava: tem certeza que só bebeu o guaraná?
— Bebi um pouquinho da cerveja daquele pessoal mas isso são eles que vão pagar. – Respondi e aproveitei para perguntar quanto era o almoço.
— O buffet é R$50, né. Porque é livre… aí fica um pouco desse jeito.
— E…. o prato feito?
— O PF tá (algum preço bem mais caro que o buffet), porque o chefe ontem comprou ingredientes caros, num leilão… aí…
Saí. Não não, almoço numa padaria buffet sendo R$50 e PF mais ainda, me indignou. Voltei pro carro. Precisava esperar o carro do lado sair para poder tirar o meu. Esperei. Entrou uma família mas só lembro quem estava na frente: uma senhora, ao lado do passageiro e uma filha, dirigindo. Nossos carros estavam lado a lado, sendo que o meu estava do lado esquerdo. Enquanto a filha tentava tirar o carro, pude ver os seios dela. Acho que ela não estava acostumada a usar roupa sem decotes e sem sutiã. Corta. Eu tô no mesmo carro, junto com a família. Não lembro quem estava ao meu lado mas eu estava dirigindo. Elas estavam em moema (bairro que todos nós estavamos e aonde ficava a padaria) para comprar uma porta de ferro para a loja da mãe da mãe, ou seja, a avó da menina de peito de fora. No sonho elas me disseram que tipo de loja era mas agora já não me recordo…
Numa subida bem íngreme, começamos a falar de filmes. Alguém se interessava por cinema e eu comecei a me empolgar falando dos filmes que assistí e quais eu possuo. Estava tão empolgado que nem mudava a marcha do carro, e estava começando a fazer um barulhão naquela subida. Pedi desculpas e mudei a marcha para a terceira. O carro subiu com grandes dificuldades.
Corta.
A mesma disposição do carro mas agora estamos numa montanha russa. Estavamos subindo também. Logo chegou a grande queda, que não me impressionou muito (nada). Lembro de ainda ter reclamado: pff, é isso?! Para entrar no clima e tentar animar todos que também estavam bem desanimados, eu levantei as mão e comecei a gritar… coisa de montanha russa. Justo nessa hora, veio outra queda que me tirou do carrinho. Fiquei segurando com as mãos, com as pernas soltas no ar….. Até que consegui me segurar nos trilhos e o carrinho seguiu seu rumo.
Eu estava parado, me segurando somente com um dedo de cada mão, pois era isso que encaixava no trilho…como um gancho. Eu estava treinando a posição que ficaria quando o próximo trem passasse, para não me cortar. Ficava fazendo posições com os braços para ter o maior diametro possível. Enquanto esperava e um pouco cansado de me segurar só com dois dedos, admirei a vista. Tinha árvores e estava tudo bem quieto. Coisa das boas. Passei a perna para cima e fiquei pendurado com as pernas no trilho, com a cabeça para baixo. Descansou meu braço, subi novamente, pois já escutava o próximo trem. Enquanto tentava voltar a posição inicial de me segurar com os dois dedos, fiquei pendurado só com um. Estava difícil de subir o outro braço pois me necessitava muita força. Nessa hora pensei: Isso só pode ser um sonho, porque eu não vou morrer de um jeito idiota como esse. Caindo de um trilho de montanha russa. Me acalmei e até ia me jogar. O próximo trem chegou e veio devagar, como se estivesse indo lá só para me salvar. Chegando próximo a mim, veio uma voz de computador dizendo: entre no trem e fique deitado no chão. Eu fiz isso, né. As travas fecharam e ele começou a andar. Eu caí novamente. Dessa vez estava próximo ao chão, algo como uns 5 metros. Escalei a estrutura da montanha russa até o chão. Somente quando pisei no chão o trem andou.
— Isso tem uma baita inteligência… – pensei sobre o  sistema da montanha russa…
— Agora já posso acordar, porque esse foi um puta sonho!
E acordei… vim direto pra cá e estou 10 minutos digitando sem parar.

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ráh!

June 18th, 2009 at 07:32 by Abe

Manhã.
Me sinto confortável nessa hora. Fim de noite. Tive tempo pra pensar nas coisas que gosto, ví as coisas que coloquei por aí. Que vontade de andar carregado.

Um instante é eterno. Ráááááááh!

E sobre essa vontade de transformar um instante no cotidiano?
é uma necessidade natural… acontece sem querer.

eu passei algum tempo procurando algo. percebi que talvez, e só talvez, esse algo já existe. abrir meus olhos é coisa rara mas tô achando que de vez em qdo vale a pena. viver em função de uma tarefa, dá sentido a uma vida. minha vida. o meu tempo é precioso, supostamente. como o de todos. e usá-lo pensando em coisas da vida, simplesmente dá sentido. coisa que procuro. procuramos.

aiai. e sobre cheiros e memórias?? cada um no seu.
essa coisa de vida é muito louca. essas coisas que não fazem sentido algum e simplesmente acontecem. coisas realmente impressionantes. inesperadas. é bom.

ahhh. eu suspiro mto. e cada suspirada é uma vida, uma filosofia. um sentimento. eu sinto. isso é uma das poucas coisas que não tenho dúvida.

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um desenho e um suspiro.

June 8th, 2009 at 14:22 by Abe


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ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh………..

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