14 03 2010

foto de um braço e algumas palavras

February 24th, 2009 at 22:51 by Abe

eu fui poeta por uma noite
acreditei em coisas estranhas

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Mensagem imprevista.

February 23rd, 2009 at 13:00 by Abe

Acabamos um comercial que não estava previsto para ser acabado. Um viva à sensação instantânea de liberdade.

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That BeEp.

February 22nd, 2009 at 00:48 by Abe

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mais suspiros…

February 21st, 2009 at 03:19 by Abe

Madrugada. Toca Portishead.
Na sala com os arranhões da pena com tinta vermelha, escuto a vida acontecer. O carnaval está chegando e todos estão preparados para viagens. Beijinhos e afins. Eu me preparo para outro tipo de tela, às 8 da madrugada. Tudo bem, tudo bem.

Logo me juntarei ao computador. Passarei todo o dia procurando cenas que componham uma idiotice qualquer (porém bem planejada) para pessoas de olhos fechados. Nada posso fazer, sou só mais um qualquer nessa vida monetária. Preciso dessa coisa chamada dinheiro e esse é meu medo. Escravidão. A madrugada, como sempre é minha parceira.

A janela aberta faz o cheiro entrar. Cheiro que vicia. Só o silêncio. um silêncio qualquer.

M.C. Escher

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um sonho novinho em folha.

February 8th, 2009 at 10:27 by Abe

Acho que era um shopping. Eu via várias pessoas que um dia já tive algum tipo de contato, acho que esse tipo de gente é chamado de CONHECIDO. Eu os via decidindo o que iam comer e todos sempre escolhiam Mc Donalds. Falei algumas vezes “Nossa, ele(a) gosta de Mc Donalds…!”, seguido de um “mas todo mundo gosta de Mc Donalds……”. Acho que isso se repetiu umas 10 vezes.
Um corte seco para uma tela de computador. Eu fazia um papel de tela arrastando diferentes tipos de tijolos, “construindo” assim uma imagem.
Só disso lembro-me. Acabei de acordar e escrever. Amém!!!!

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Ah! Tem uma coisa que eu quero contar desde sexta, dia 6. Isto não faz parte de um sonho…
Eu estava num mercado e tinha um ceguinho por lá. Ele estava acompanhado por um ajudante do mercado para fazer suas compras(juro que ele não parecia caçar patos por lá) Reencontro-o na sessão de pães, aonde ele foi perguntado se queria pão claro ou escuro.
“Nem tão claro, nem tão escuro…” — Respondeu o cego, rindo.
Diga o que quiser sobre a vida dos pães mas que foi engraçado, ah foi.

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numa noite qualquer… pf!

February 5th, 2009 at 01:27 by Abe

E se eu contasse a seguinte história…?

Numa sexta-feira (madrugada entre sexta e sábado) tive que ir pra Mairiporã levar uma pessoa à sua casa… eu também ainda não sei aonde fica essa cidade. E se eu contasse que errei de estrada, que ao invés de ter pego a Fernão Dias eu peguei a Dutra? E que só percebi que errei o caminho depois de 30km, num pedágio?
E continuando com os “E se…”, e se no retorno da dutra, para pegar a Fernão Dias o meu carro quebra do nada?! Bem embaixo de um viaduto, num lugar obviamente perigoso? Ok ok…
E se eu falar que o guincho da empresa que cuida da estrada chegou lá para me ajudar mas teve que sair numa emergência, aonde um bebâdo tentava suícidio na estrada? Seria muito?
E se, depois de uma hora esperando um táxi e guincho do seguro, eu fui para São Paulo e deixei meu carro na frente do mecânico, perto das 05:30… e que enquanto eu manobrava o carro para descer do guincho eu abro o vidro para escutar melhor as indicações do Guincho-man e depois o vidro não sobe mais? E que eu tive que esperar os mecânicos da oficina chegarem, algo em torno das 08:00? Dá pra acreditar….?!?!?!?
E se……… enquanto espero no carro, para finalizar a noite e começar bem o dia, um raparigo que não me viu dentro do carro, vêm e risca a lateral do coche?!

Uma noite definitivamente cansativa, 31 de janeiro, sexta-feira.

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