
August 21st, 2008 at 00:42 by

Abe
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Um pedaço de árvore.
A aleatoridade dos galhos me fascina. Inspira.
Infinitas opções existem e mesmo assim, lá está. Único.

Não entendo mas sinto. A razão me faz duvidar de mim mesmo. Pudor.

Há um sútil mistério que no fundo é maravilhoso. Tenho um certo medo de deixar passar a solução.
Categories Fotos, Suspiros |
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August 19th, 2008 at 17:46 by

Abe
Imagem: Hieronymus Bosch
Texto: eu.

Hieronymus Bosch

O LEITO DE MORTE.
Voltando à memória mais antiga que tinha, ele lembrou-se de um vulto com braços abertos. Era a sombra de um aborígene em um ritual no qual ele foi levado pelos pais quando tinha três anos. Seus pais tinham grande interesse e admiração pela cultura daquela tribo. Começaram a visitar a tribo com tanta frequência que se tornaram íntimos e quando ele nasceu, foi batizado com um nome escolhido pelo shaman da tribo. O casal e a criança foram as únicas pessoas de fora a participarem dos rituais daquela tribo até hoje.
Eram tão íntimos que quando ele completou doze anos a família mudou para viver com a tribo. Convivendo lá, ele começou a perceber coisas que nunca tinha visto. Seus pais decidiram mandá-lo morar com uma tia pois ele não estava aguentando tudo o que sentia. Os rituais estavam se tornando perigosos para a saúde dele. Em um ritual, ele viu uma forma de energia que o espantou tanto que fugiu e ficou sozinho uma semana, correndo pela floresta. Quando o encontraram ele estava esculpindo diversas cabeças humanas em árvores, dizendo que aquilo o protegeria. Ele então foi levado para a sua tia e lá viveu de forma “normal” até sua morte. Seus pais nunca o visitaram nem falaram com ele novamente. Ele nunca soube o caminho até a tribo.
Categories A história disso... |
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August 12th, 2008 at 11:48 by

Abe

For all tha westsiders!
Categories Desenhos digitais |
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August 9th, 2008 at 02:29 by

Abe
Categories Desenhos digitais |
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August 5th, 2008 at 23:49 by

Abe


À caça de animais na selva
Categories Desenhos digitais, Fotos |
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August 5th, 2008 at 00:53 by

Abe
Que noite estranha.
Do tipo “Silenzio, no hay banda”.

A situação manda no ser. Nos seres. O mundo visto com os mesmos olhos, porém alterados.
O desejo de ser. O quê? Para quem? Por quê? A necessidade manda.
Parece-me muito fácil decifrar pessoas fáceis. Claro, no fundo todos são diferentes mas poucos assumem. O caminho mais fácil nem sempre é o melhor.

Silenzio.
No hay banda.

Isto é apenas um relato, nada mais. Um tipo de subjetiva de uma subjetiva.
Sensação, não emoção. Muito menos razão.
Sabe-se lá o que é bom pra si, mas se vale, vale.
Opniões valem de acordo com o momento. É-se azul, vermelho, preto e até amarelo.
Não perder tempo pensando muito é de extrema importância. Será que um minuto de boa sensação equivale a um dia de pura razão?! (rimou! hooray)
Por que eu volto sempre na razão? É dela que eu tento fugir ao máximo. Talvez este seja uma problemática: não tenta-se ser, se é.
Voltemos para a frase que não tenta mas é.

Silenzio.
No hay banda.
……………………………………….
Ok, se formos bem reais só queremos passar nosso tempo da melhor forma possível. E isso com certeza não quer dizer cansado e com sono. Eu vou é dormir.

Desenho feito a partir de um desenho feito a partir de um olhar.
Categories Desenhos digitais, Suspiros |
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